As primeiras chuvas de dezembro acordam os lírios do campo...
Os lírios adornam o cenário selvagem...
A terra enfeita-se para a nova estação,
exalando seu cheiro úmido...
Irresistível fragancia de aconchego...
Aroma de inverno, por fim!
O DEVIR é um vir a ser constante... É energia em pleno movimento. A vida é a própria representação do DEVIR... o homem tangencia o movimento deviniano em ações que transmutam-se e adaptam-se a cada nova investida do destino. Segundo Heráclito:"Um homem não toma banho duas vezes no mesmo rio, pois já não é o mesmo homem, nem tampoco o mesmo rio". Aqui se fala do devir. Meus livros e pensamentos respeitam o movimento deviniano.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)