O infinito espaço celeste que nos cabe é o éter...
Do existir primariamente, do prevenir...
Do cuidar, do não destruir,
Somos todos tripulantes de uma nave sensível...
Belicosa e suave ao mesmo tempo.
Somos produtos de uma consciência inata,
Parceiros de um coexistir,
Famintos e sedentos de éter, de vida, de infinitudes.
Somos o que queremos ser,
O que precisamos ser,
O que podemos ter.
Somos o pó que se esvai,
O vento q sopra suave,
A nuvem branda deslizando no céu.
A água agitada,
E a pedra enfincada no chão de onde nos fazemos raiz.
Somos o sal da terra,
O sol q arde,
A vida e a morte.
Somos uma consciência etérea,
Que existe desde sempre,
Que se esquece de cuidar,
Que precisa viver para aprender a preservar.
Somos parte do incognoscível;
Do inalcançável,
Do inapreensível.
Somos de uma ordem que desafia;
Que degrada,
Que ignora... mas que ainda tem jeito.
Ainda que na última hora...
A excelência do que nos faz humanos
Gritará em consonância com o universo
Em gigantesco movimento de interpenetração dos contrários.
Vivemos sob a égide do consumo;
Da inoperância em tempos globalizados.
Nosso referencial tem agora
Um que de total...
Mas em algum momento
Retomaremos o poder sobre o tempo
Para refutar a desistência da vida
Pelo éter q nos confere espaço coadjuvante em complexo infinito.
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