Se possível fosse… Alcântara um planeta…
Pequeno e disponível aos escolhidos,
Extratificados, equivocados, abduzidos...
Com um báculo mágico onde todos
Se teletransportam por seu condão.
Em uma cabala caleidoscópica,
Onde todos são involuntariamente envolvidos,
Dando vazão ao próprio zumbido em motete.
Sublevando as almas a patamares nivarnianos
De vagueantes valdIvinos devinianos.
No valhacouto alcantarense
De valetes viris e valentes
Que valsam caleidoscopicamente
Em seu pequeno planeta pungente...
Ambiente de purgação indolente.
Se possível fosse um planeta Alcântara,
De incólumes viventes incomensuráveis,
Doidivanas adoráveis, louváveis, desejáveis!
Seria o firmamento de dossel imensurável
Onde o trono comporta dois soberanos.
Meu planeta Alcântara,
Exista em concepção ontológica,
Nos caiba em sagração hostensória...
Perpetue nossas imemoriais histórias,
Nossos desejos, sonhos e deleitos geniais!
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