Irretorquíveis questões instigam e inspiram os loucos dissimulados a poetizarem seus devaneios. NA SOLITUDE DO EXISTIR... AS CONFISSÕES DE UM PARVO retrata a agonia do irrespondível ocultado no cerne de minh’alma.
Escrever este poema significou um suspiro particular, tão único quanto a própria existência.
De novo um suspiro doloroso, tanto quanto o choro desesperado do recém nascido, o grito agonizante da mulher parindo... Dores exprimidas pelo ser abandonado. Ainda que viva em meio a multidões, sua saga é solitária, viver é solitário, escrever é solitário, questionar-se é ainda mais ímpar em solitude.
As confissões do saber não me saber, aliviam minha’lma!
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O silêncio ensurdecedor do universo ecoou
pela primeira vez no instante
do grito sofrido do recém parido,
em seu primeiro rompante
de consciência solitária.
Cristiane Mesquita Gomes
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