Quando li este livro, ainda como manuscrito, senti-me transportado para “um ambiente luxuoso e surreal” (p.6), fiquei atordoado, surpreso, tomado por uma sensação de estranho reconhecimento. Vi que aquele local era muito conhecido, que eu sempre estivera lá. Percebi que estava dentro de mim! Esta leitura nos faz pensar em nossas almas, o que há dentro delas, e como é feliz ser louco o suficiente para sermos nós... e ainda, ver que os pensadores falam de si como se fôssemos nós mesmos falando de nós. Cristiane conseguiu nos lembrar muitas frases, nos mostrou novas e nos faz construir muitas outras na viagem fantástica de reconhecimento do lugar que nós mais freqüentamos sem nos darmos conta: nossa vida!
Dr. Ozelito Possidônio de Amarante Junior
O DEVIR é um vir a ser constante... É energia em pleno movimento. A vida é a própria representação do DEVIR... o homem tangencia o movimento deviniano em ações que transmutam-se e adaptam-se a cada nova investida do destino. Segundo Heráclito:"Um homem não toma banho duas vezes no mesmo rio, pois já não é o mesmo homem, nem tampoco o mesmo rio". Aqui se fala do devir. Meus livros e pensamentos respeitam o movimento deviniano.
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