O esplendor das letras aparece na fonte inesgotável da inspiração.
As palavras dão o brilho ao pensamento acolhedor e liberal.
A cultura projeta o sinal incessante do crescimento. A idéia literária é a magnanimidade. O sonho lírico é a confiança estabelecida. A linguagem poética descobre o segredo da emoção. E chega-nos, novamente, a emérita poetisa Cristiane Mesquita Gomes com o poema “ Na solitude do existir ... As confissões de um parvo.”
As idéias bailam, na sensibilidade, promovendo os segmentos da imensidão
O floreio borda o encantamento na expressiva dedicação, transmitindo as estrofes anunciativas.
Nunca se deixa de afirmar que o estilo poético de Cristiane está delineado no modernismo romântico de rara beleza.
As palavras ampliam as interpretações ajustadas.
Cristiane bendiz o poema em consonância com a idealização. Condigna-se nas estrofes, detalhando o peregrinar dos sonhos que dão o reflexo da convivência. Mede a itinerância da solidão, que faz o recolhimento sentimental. Seu mundo, no tempo, entende a eloqüência que surge da têmpera criteriosa. Seu mundo exterior colhe os fragmentos das disposições, para dirimir as questões encontradas no amadurecimento. As cores bonitas sempre apresentam a imagem da significação verdadeira. As idéias claras prosperam, na proficuidade. Porque foram colhidas nas águas lustrais. Porque traduzem o sentido afirmativo. Quem analisa a certeza com os requisitos da verdade, sabe o que quer e o que fazer. Só não existe tal cabimento aos cegos de vileza e cobiça, porque jamais serão os protagonistas da solidariedade.
O símbolo consentâneo dos momentos evoluídos vem da compreensão.
Evidenciar o mundo é possuir o sentimento humanitário.
A poetisa Cristiane se respalda na grandeza espirituosa de sua cultura, encontrada na fantasia sublime de suas obras.
Parabéns!...
O DEVIR é um vir a ser constante... É energia em pleno movimento. A vida é a própria representação do DEVIR... o homem tangencia o movimento deviniano em ações que transmutam-se e adaptam-se a cada nova investida do destino. Segundo Heráclito:"Um homem não toma banho duas vezes no mesmo rio, pois já não é o mesmo homem, nem tampoco o mesmo rio". Aqui se fala do devir. Meus livros e pensamentos respeitam o movimento deviniano.
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